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É comum ouvirmos: “Onde deixei as chaves?” ou “Como se chamava aquela pessoa?”. Com o passar dos anos, o cérebro, tal como o resto do corpo, sofre alterações. No entanto, acreditamos que é fundamental distinguir o que faz parte do envelhecimento natural daquilo que pode ser uma patologia, como a Doença de Alzheimer ou outras demências.

Perda de Memória: quando é parte do envelhecimento e quando é um sinal de alerta

No âmbito do envelhecimento fisiológico, episódios como o esquecimento temporário de um nome ou a hesitação ao entrar numa divisão da casa são, geralmente, lapsos expectáveis. No envelhecimento saudável, a autonomia preserva-se: embora o processamento cognitivo possa tornar-se mais pausado, a capacidade de discernimento e o desempenho das rotinas diárias mantêm-se inalterados. Nestas circunstâncias, a informação esquecida acaba por ser recuperada espontaneamente ou através de um estímulo contextual.

Sinais de Alerta (Patológicos) 

A perda de memória torna-se preocupante quando interfere com a vida quotidiana. De acordo com especialistas, existem sinais vermelhos que não devem ser ignorados:

 

A importância do diagnóstico precoce 

O diagnóstico precoce é a chave. Nem toda a perda de memória é irreversível; por vezes, pode estar associada a deficiências vitamínicas, depressão ou efeitos secundários de medicação.

Se notar que as falhas de memória do seu familiar são frequentes ou impactam a sua independência, é essencial procurar aconselhamento médico. Manter o cérebro activo através da estimulação cognitiva e de um estilo de vida saudável são as nossas melhores ferramentas para proteger a saúde mental.

Esquecer é humano, mas quando o esquecimento compromete a segurança e a rotina, é tempo de agir. Na DomusVi estamos disponíveis para apoiar as famílias nesta distinção, promovendo sempre a dignidade e o cuidado especializado aos nossos Clientes.