Em Portugal, a solidão na terceira idade é um problema comum com impacto directo na saúde dos mais velhos. Na Operação Censos Sénior 2024, realizada anualmente pela GNR, foram sinalizados “42873 idosos que vivem sozinhos ou isolados em todo o país” [Renascença, 2024-11-22].
A solidão sente-se diariamente, mas adensa-se nos períodos festivos. A transição da vida activa para a reforma, o falecimento ou doença dos cônjuges ou de familiares próximos, o aparecimento de doenças nos próprios, a diminuição das capacidades funcionais e/ou cognitivas e a dependência de terceiros, são apenas alguns dos factores que despoletam a solidão.

Vários estudos se têm dedicado a compreender o impacto e as consequências da solidão na população sénior, concluindo que, a solidão pode ser bastante debilitante, provocando, por vezes, o declínio de capacidades funcionais no desempenho das actividades de vida diária, problemas graves de saúde, polimedicação, e, até a morte.
A solidão não pressupõe viver sozinho! Além disso, muitas vezes, o sentimento de solidão faz com que exista uma maior propensão para adoptar comportamentos que aumentam o isolamento, afastando e não fazendo esforço para interagir com outras pessoas.
Existem algumas estratégias a pôr diariamente em prática como forma de mitigar a solidão na terceira idade. Estimular o sénior a utilizar novas tecnologias, aprender um novo idioma ou fazer voluntariado são algumas actividades que podem trazer benefícios e reduzir a solidão. Estas actividades ocupam os tempos livres com um propósito, e, na maioria das vezes, são desenvolvidas de forma acompanhada!
Ainda que o sénior tenha o seu dia ocupado com diferentes actividades, a família e os amigos têm sempre um papel fundamental através da sua presença regular, sabendo ouvir o que os seus familiares mais velhos têm para dizer ou ensinar.
No entanto, nem sempre existem familiares ou amigos por perto, e, nesses casos também são necessárias medidas para atenuar a solidão. As respostas apresentadas pelas unidades residenciais ou centros de dia são benéficas para manter o sénior acompanhado.
O Grupo DomusVi tem oito Unidades em Portugal com equipas multidisciplinares capazes de assegurar respostas às necessidades e preferências de cada Cliente. Cada Cliente é um ser único, com as suas vivências e vontades, e precisa de um acompanhamento personalizado para a manutenção do seu bem-estar.
A visão holística das equipas da DomusVi permite que exista uma ampla compreensão de cada Cliente, avaliando a sua saúde nos diferentes níveis – físico, mental e emocional – e trabalhando em soluções globais favoráveis para cada um. As actividades, os passeios, as terapias ou as refeições são apenas alguns dos momentos de partilha nas Unidades DomusVi. Os Cuidadores e os restantes Clientes são, muitas vezes, a família e os amigos que cada um procura ou precisa!